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| Fibra: Empresários do DF estão confiantes na evolução da economia |
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| 14-Apr-2008 | |
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Os empresários do Distrito Federal estão mais confiantes na evolução da economia local. Isso é o que demonstra a pesquisa Sondagem Conjuntural elaborada pela Federação das Indústrias do DF (Fibra) em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL-DF). De acordo com o resultado, o indicador atingiu 63,53 pontos para segundo trimestre de 2008, um avanço de 3,9% em relação à avaliação do primeiro trimestre do ano. Foram entrevistados 194 empresários entre os dias 13 e 18 de março de 2008. O relatório produzido pela Assessoria Econômica da Fibra diz que “a ampliação do indicador aponta um provável aquecimento da economia brasiliense, após período de acomodação ocorrido na virada do ano”. Comparado com a perspectiva da indústria local para o segundo trimestre de 2007, o resultado atual significou um aumento de 7,7%. A pesquisa também avaliou os principais entraves apresentados pelos empresários que prejudicam a expansão das atividades industriais. Para 86,98% dos entrevistados, a carga tributária é uma das maiores preocupações. No primeiro trimestre de 2008, o quesito “carga tributária” foi apontado como sendo entrave por 84,36% dos entrevistados, o que significa avaliar, segundo técnicos, que os empresários ainda se sentem receosos, apesar de o governo federal ter encaminhado ao Congresso Nacional a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que trata exclusivamente da reforma tributária. Um outro item apontado como prejudicial à expansão econômica, segundo o relatório, foi a taxa de juros. Para 70,36% dos entrevistados o quesito juros causa problemas ao crescimento dos negócios. Na pesquisa anterior, 69,55% daqueles empresários que responderam o questionário apontaram as taxas como entraves para a evolução da economia local. Porém, esses dois itens – carga tributária e taxa de juros – refletem o estágio que o setor produtivo vem se manifestar preocupado. Trata-se de um sentimento nacional. “Quanto aos outros quesitos, o item ‘falta de financiamento de longo prazo’ subiu do quinto lugar para o terceiro lugar, com a indicação de 61,98% dos entrevistados. Cabe destacar a elevação da preocupação do setor com o item ‘falta de capital de giro’. Nesta sondagem, o quesito obteve a indicação de 61,60% dos entrevistados, contra 58,80% na pesquisa referente ao primeiro trimestre”, diz o relatório. Evolução do faturamento cresce Os empresários acreditam que o faturamento das respectivas indústrias vai aumentar. De acordo com o resultado, o índice atingiu 59,41 pontos para o segundo trimestre deste ano, um avanço de 21,2% em comparação com as expectativas para os primeiros três meses deste ano. Em comparação com o segundo trimestre do ano passado, a avaliação atual ficou 6,4% acima daquela pontuação. O índice de otimismo reflete também nas expectativas de contratações. O quesito emprego industrial ficou em 53,48 pontos, aumento de 6,4% em relação as previsões para o primeiro trimestre de 2008. “As avaliações em relação ao emprego para o segundo trimestre do ano foram mais favoráveis que as observadas no segundo trimestre de 2007. O índice avançou 6%, ao passar de 50,47 pontos para os atuais 53,48 pontos”, informa o relatório Sondagem Conjuntural. A avaliação dos empresários brasilienses refletiu de forma bastante positiva no que diz respeito á realização de investimentos. Dos entrevistados, 49,73% prevêem investir na ampliação da capacidade produtiva de suas empresas. No primeiro trimestre, o índice ficou em 48,60%. Deste modo, um aumento de 2,32%.
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