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| BB assina convênios de APLs com sindicatos filiados à Fibra |
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| 04-Oct-2007 | |
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As indústrias gráficas, do vestuário e da madeira e mobiliário vão ganhar um novo impulso no Distrito Federal. O Banco do Brasil assinou ontem (3/10) 19 convênios para os Arranjos Produtivos Locais (APLs) no Sebrae-DF. Com isso, as empresas passam a contar com recursos do banco para financiar os projetos dentro dos critérios estabelecidos pela legislação. O primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Ricardo Caldas, afirmou que “os APLs consistem num grande avanço para o desenvolvimento econômico”. Os convênios também beneficiarão os setores floricultura, fruticultura, suinocultura, turismo rural, promoção e eventos, bares, restaurantes, hotéis e taxistas. “A principal conseqüência passa a ser a vantagem competitiva das empresas que estão no cluster, em relação às empresas de fora”, disse Caldas ao explicar que o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) foi um dos primeiros a obter os benefícios dos APLs. Na cerimônia, o gerente regional da Superintendência do BB, Humberto Miguel Freire, fez uma apresentação sobre a evolução dos APLs no Brasil e no DF. Segundo Humberto, o país conta atualmente com 139 arranjos em 545 cidades. Existem 7.067 empreendimentos com R$ 928,4 milhões em crédito. Em Brasília temos 11 APLs com 1.170 empreendimentos e uma margem de limite de crédito de R$ 99,2 milhões. O superintendente do Sebrae no DF, Flávio Queiroga, relatou o apoio que o setor produtivo do DF vem recebendo dos governados federal e local. Segundo Queiroga, os arranjos vão permitir que as empresas dêem um salto de qualidade. “O que queremos é o desenvolvimento sustentável do Distrito Federal”, disse. Convênios Três setores industriais ligados à Fibra assinaram os convênios. Os presidentes do Sindiveste-DF (Vestuário), Márcio Franca, do Sindimam-DF (Madeira e Mobiliário), José Maria de Jesus, e do Sindigraf-DF (Gráficas), Antônio Estáquio de Oliveira, destacaram a importância dos APLs.
O superintendente do BB, Marcos Luiz Galles, informou que o banco vai trabalhar em parceria com o setor produtivo e colocará à disposição os recursos disponíveis para os empreendimentos. O sub-secretário da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Saulo Diniz, destacou as iniciativas do GDF para assegurar o incremento industrial. Contudo, tal dinâmica pode ser determinada por razões bastante diversas. Assim, por exemplo, a dinâmica de um cluster de empresas pode ser determinada pelo fato dessas empresas realizarem atividades semelhantes e/ou utilizarem mão-de-obra específica disponível em poucas regiões, ou utilizarem as mesmas matérias-primas, ou necessitarem das mesmas condições climáticas ou de solo para sua produção, por fornecerem para um mesmo cliente que exige proximidade, por processos históricos e culturais, e outros. |
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