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Diminuir a oferta de crédito e aumentar as taxas de juros são medidas comuns para conter a inflação em tempos de crise financeira. No entanto, a fim de viabilizar a continuidade do crescimento da economia brasileira, o Banco Central anunciou, nesta semana, o programa de liberação integral dos recolhimentos compulsórios sobre os depósitos a prazo, sobre os depósitos interfinanceiros, bem como sobre depósitos a vista. São mais de R$ 100 bilhões no sistema de flexibilização - com a redução da alíquota de recolhimento adicional a prazo e a vista, de 8% para 5% -, o que representa uma renúncia de mais da metade do recolhimento obrigatório. O presidente Antônio Rocha avalia como positiva a medida do governo. “Isso irá garantir, pelo menos no curto prazo, a disponibilidade de recursos para investimentos do setor produtivo”, explica. Rocha destaca, no entanto, que os empresários têm nas cooperativas de crédito uma ótima opção de financiamento. “As cooperativas como a Credindústria, por exemplo, são praticamente invulneráveis à crise financeira, sendo, portanto, um importante instrumento de apoio ao setor empresarial, além de oferecerem excelentes taxas de juros”, completa. Há hoje no País cerca de 1,6 mil cooperativas de crédito, sendo 16 delas localizadas no DF.
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