Palavra do Presidente
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| Fibra: Exportações do DF chegam a US$ 63,8 milhões em 10 meses |
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| 26-Nov-2007 | |
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As vendas das indústrias do Distrito Federal para o mercado externo totalizaram US$ 63,89 milhões entre janeiro e outubro de 2007. Mesmo com a desvalorização cambial, este resultado representa um crescimento de 24,16% em comparação com igual período do ano passado. No mês de outubro as exportações ficaram em US$ 5,6 milhões. Se for mantido o mesmo volume comercial em novembro e dezembro, o fluxo pode chegar a US$ 75 milhões, um recorde de toda a série histórica da balança comercial do DF. Os números foram divulgados pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra). As carnes de frango continuam liderando o ranking dos principais produtos exportados pelas indústrias brasilienses. A balança comercial registrou o incremento significativo das exportações da Petrobras Distribuidora e da Brazilian Hatching Eggs. A estatal brasileira teve um aumento nas vendas para o exterior de 205,92% nos dez primeiros meses de 2007 comparados com janeiro a outubro de 2006. Já a holding liderada pela Asa Alimentos registrou um aumento de 161,37% nas exportações. “São números que nos deixam bastante otimistas. Se verifica, ao longo dos últimos meses, que mesmo com a desvalorização da moeda norte-americana, as nossas exportações têm um bom espaço para seguir no ritmo do crescimento”, avaliou o presidente da Fibra, Antonio Rocha. A Sadia lidera com muita folga o ranking das indústrias exportadoras de Brasília. Em dez meses de 2007, o volume comercializado ficou em US$ 48,538 milhões, com participação de 75,97% do total exportado. A Multigrain vem na segunda posição com vendas equivalentes a US$ 6,05 milhões (9,48%). A Indústrias Rossi Eletromecânica exportaram US$ 1,1 milhão (1,74%). Os principais produtos da pauta de exportações brasilienses foram frango, miudezas, ovos e grãos de soja. Esses quatro produtos representaram US$ 59,4 milhões, o equivalente a 92,98% do volume comercializado. Na lista de produtos constam também combustíveis e lubrificantes para aeronaves, máquinas e aparelhos de elevação de carga e descarga, quadros, pinturas e desenhos feitos à mão, comutadores codificados digitais para montagem de celular e engrenagens e rodas de fricção. O ranking dos 10 países importadores dos produtos de Brasília continua sob liderança da Venezuela. De janeiro a outubro deste ano, as vendas para aquele país totalizaram US$ 23,14 milhões (36,22%). Com volume de compras de US$ 8,1 milhões (12,68%), a Federação da Rússia manteve a segunda colocação, seguida pela Arábia Saudita (US$ 7,98 milhões – 12,5%) e pela China, com US$ 5,55 milhões (8,7%). Emirados Árabes Unidos ficaram em quinto lugar (US$ 4,7 milhões – 7,37%), Hong Kong com a sexta posição (US$ 2,29 milhões – 3,6%) e Portugal, em sétimo, com volume de compras de US$ 2,1 milhões, equivalente a 3,29%. Nas três últimas colocações ficaram África do Sul (US$ 1,94 milhão – 3,04%), Estados Unidos (US$ 1,143 milhão – 1,79%) e Chile ( US$ 932,9 mil – 1,46%). Importações As importações contabilizadas na balança comercial do DF continuam a provocar um desequilíbrio. Isso ocorre porque o maior volume de compras é feito pelo Ministério da Saúde, embora os produtos importados sejam distribuídos para outras unidades da federação. São medicamentos, vacinas e outros compostos. Entre janeiro e outubro de 2007, as importações chegaram a US$ 955,9 milhões, um crescimento de 37,91% em comparação com igual período do ano passado. Os Estados Unidos encabeçam a lista dos exportadores para o DF. Entre janeiro e outubro deste ano, as vendas chegaram a US$ 328,8 milhões (34,41%), seguido pela Suíça, com US$ 115,3 milhões (12,06%) e Alemanha, US$ 81,39 milhões (8,51%). A França fica em quarto lugar com US$ 54,6 milhões (5,72), Reino Unido na quinta posição (US$ 40,6 milhões – 4,25%) e China, na sexta colocação com 38,8 milhões (4,06%). O ranking tem a Índia (7º lugar) US$ 32,7 milhões (3,42%), seguida da Espanha (US$ 31,48 milhões – 3,29%), do Canadá (US$ 27,2 milhões – 2,85%) e da Venezuela (US$ 25,76 milhões – 2,7%).
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