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Enquete do mês
| Petrobras ajuda DF a aumentar exportações em janeiro |
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| 25-Feb-2008 | |
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As exportações da Petrobras Distribuidora influíram no resultado do comércio externo do Distrito Federal em janeiro de 2008. A empresa enviou US$ 1,8 milhão em combustíveis e lubrificantes para aeronaves, o equivalente a 16,33% do volume exportado pela capital federal no mês passado. As vendas brasilienses atingiram US$ 11,065 milhões, um crescimento de 197,20% em comparação com igual período do ano passado. As carnes de frango e miudezas são os principais produtos da pauta de exportação do DF. No mês passado, a Sadia embarcou US$ 8,459 milhões equivalentes nestes produtos, ou seja, 76,45% do fluxo internacional. “Assim como existem produtos da indústria do DF que podem ser embarcados em outros Estados, este mês, as nossas exportações tiveram um resultado expressivo por conta da Petrobras. Este comércio, na modalidade ‘consumo de bordo’ refere-se ao fornecimento de combustíveis e óleos lubrificantes para embarcações e aeronaves de linhas internacionais, de bandeira brasileira ou estrangeira”, explicou o presidente da Federação das Indústrias do DF, Antônio Rocha. A operação chamada ‘Exportação para Uso e Consumo à Bordo’ foi regulamentada pela Portaria nº 12/2003 da Secretaria de Comércio Exterior (SEC), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Em contrapartida, as importações do DF, com grande volume a cargo do governo federal, apresentou uma queda de 62,71% na comparação janeiro de 2008 com janeiro de 2007. No mês passado, as compras de produtos totalizaram US$ 70,289 milhões. Exportações do DF Os números consolidados da balança comercial foram divulgados hoje (25) pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Fibra com base nas informações do MDIC. Além da Sadia e da Petrobras Distribuidora, no ranking de empresas que exportaram em janeiro de 2008 por meio do DF figuram a Brazilian Hatching Eggs Comercial Exportadora com US$ 535,188 mil (4,84%) e Indústrias Rossi Eletromecânica Ltda com volume de US$ 145,3 mil (1,31%). A relação das dez maiores exportações contempla também a Comissária Aérea Brasília, General Eletric do Brasil, Wise Informática, Norberto Odebrecht e Simon & Simon Ltda. As vendas externas de pessoas físicas totalizaram US$ 12,184 mil, equivalentes a 0,11% do total enviado para o mercado internacional. A Venezuela permanece na liderança do ranking de países que compram produtos do DF. Em janeiro, foram enviados US$ 3,592 milhões (32,46%) para aquele país sulamericano. A Rússia importou US$ 2,016 milhões (18,22%), seguida pela Arábia Saudita, com US$ 1,8 milhão (16,29%) e Portugal, com US$ 1,691 milhão (15,29%). Na quinta posição ficou Emirados Árabes Unidos, US$ 833,296 mil (7,53%), em sexto lugar vem a África do Sul com US$ 278,550 mil (2,52%) e, em sétimo, Estados Unidos US$ 204,4 mil (1,85%). O ranking de países importadores do DF conta com Coveite (US$ 176,674 mil), Jordânia (US$ 166,118 mil) e Chile (107,555 mil). A soma dos demais países ficou em US$ 195,394 mil, equivalente a 1,77% do volume das exportações brasilienses registrado no mês de janeiro. Saúde importou US$ 33 milhões Enquanto isso, as importações somaram US$ 70,289 milhões, lideradas pelo Ministério da Saúde com US$ 33 milhões (46,96%), seguido pela EMS com US$ 4,259 milhões (6,06%). A Medley SA Indústria Farmacêutica importou US$ 3 milhões (4,28%) e a Bunge Alimentos US$ 2,457 milhões (3,5%). A lista das dez maiores inclui também a Eletronorte (US$ 2,445 milhões), Clínica Villas Boas (US$ 2,184 milhões), Global Village Telecom (GVT), com 1,8 milhão. A Autotrac Comércio e Telecomunicações importou US$ 1,7 milhão, Laboratório Biosintética, US$ 1,6 milhão e Betra Trading SA Ocean Trading, US$ 1,3 milhão. A relação dos produtos importados vai de frações de sangue e produtos imunológicos modificados, imunoglobina, medicamentos com compostos heterocicl.et, trigo, energia e aparelhos para laboratório clínico. O maior volume de importação veio dos Estados Unidos com US$ 24,251 milhões (34,50%), seguido da França, US$ 7,590 milhões (10,80%); Áustria, US$ 5,576 milhões (7,93%); Índia, US$ 4,907 milhões (6,98%); Argentina, US$ 4,252 milhões (6,05%); Reino Unido, US$ 3,358 milhões (4,78%); China, US$ 3,005 milhões (4,28%); Alemanha, US$ 2,983 milhões (4,24%); Venezuela, US$ 2,445 milhões (3,48%); e México, US$ 2,112 milhões (3,01%). Outros US$ 9,8 milhões (13,95%) foram importados de diversos países.
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