Jornal de Fibra
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| O Centro de TI do SENAI-DF
Com o advento do Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD), que prevê capacitar e/ou atrair 15 mil profissionais em Tecnologia da Informação (TI), tornou-se fundamental dar uma nova roupagem à unidade do SENAI... Ler mais... |
Enquete do mês
| Indústrias do DF registram aumento de faturamento em janeiro |
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| 18-Mar-2008 | |
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O faturamento das indústrias do Distrito Federal apresentou crescimento de 0,91% em janeiro de 2008, comparado com dezembro do ano passado. Esse resultado pode ser atribuído a dois fatores: a comercialização de estoques e o recebimento de resíduos da produção no último trimestre de 2007. O desempenho do setor industrial é parte da 51ª pesquisa “Indicadores de Desempenho da Indústria do DF” realizada pela Federação das Indústrias do DF (Fibra) em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL-DF) e apoio do Sebrae/DF. As perspectivas para o ano de 2008 são para o crescimento das vendas, fato que favorecerá a recuperação de pessoal empregado e o nível da UCI da indústria. Além disso, prevê-se que o setor da construção civil seja um dos mais beneficiados por causa dos investimentos públicos em obras de infra-estrutura nas cidades do DF, bem como na construção de residenciais. O GDF anunciou no início do ano o recebimento de R$ 1 bilhão da Caixa Econômica Federal (CEF) para moradias e obras de desenvolvimento urbano. Enquanto isso, no plano nacional, dados do PIB divulgados na semana passada pelo IBGE revelam que o consumo das famílias aumento 6,5% em 2007, taxa superior à expansão anual do conjunto de riquezas do país. O setor produtivo local irá monitorar a atuação do Banco Central em função de eventual medida restritiva ao crédito, o que poderia causar impacto em segmentos mais sensíveis à demanda pelo crédito, como o automotivo e de eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Para o presidente da Fibra, Antônio Rocha, há uma percepção por parte dos empresários no sentido de a economia manter as taxas de crescimento. Segundo Rocha, a capital federal possui um ambiente favorável para receber investimentos de grupos nacionais e estrangeiros. Um dos atrativos, conforme destacou, é o Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD) que prevê a geração de 80 mil empregos diretos e indiretos até o ano de 2014. “Há também a vontade do governo em permitir que o setor industrial impulsione o desenvolvimento econômico. A indústria é a solução para suprir a demanda”, enfatizou Rocha. A pesquisa contempla também o quadro de pessoal empregado e o nível da Utilização da Capacidade Instalada (UCI). No que diz respeito à contratação de mão-de-obra, houve o registro de pequeno recuo no mês de janeiro. Já a UCI ficou em 62,53%, 2,36 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Esse conjunto de indicadores traduz o termômetro do funcionamento do setor produtivo da capital federal. Faturamento aumentou A 51ª edição da pesquisa aferiu o desempenho das atividades industriais de alimentação, metal-mecânica, madeira e mobiliário, vestuário e acessórios, edição e impressão, tecnologia da informação, reparação de veículos e construção civil. A principal constatação foi o crescimento do faturamento no mês de janeiro mantendo uma seqüência de avanço em quatro meses consecutivos. Em relação a janeiro de 2007, a taxa cresceu 15,47%. Entre as atividades que aumentaram o faturamento, os movimentos de maior importância vieram de metal-mecânica (+68,18%) e madeira e mobiliário (+55,69%), ambas favorecidas pela evolução do consumo interno, impulsionado pela expansão do crédito e do aumento da massa salarial. Das atividades que registraram comportamento negativo, o destaque ficou para edição e impressão: queda de 27,77%. O quadro de empregados na indústria local apresentou recuo de 0,76% em janeiro de 2008 frente a dezembro do ano passado, sem o ajuste sazonal. Para técnicos da Fibra, esse resultado já era previsto em virtude do desaquecimento sazonal da atividade industrial nos primeiros meses do ano. Na comparação de janeiro deste ano com o mesmo período de 2007, a queda do contingente de empregados na indústria caiu 2,25%. Em janeiro, a indústria do DF operou com 62,53% da Utilização da Capacidade Instalada (UCI). O desempenho teve influência dos setores de edição e impressão (52,43%) e vestuário e acessórios (61,89%). No comparativo com janeiro de 2007 houve recuo de 1,81% do nível médio de utilização da indústria brasiliense. Mercado internacional A indústria brasiliense está ampliando participação no mercado internacional. Uma comitiva de líderes sindicais e empresários participará de viagem à Índia, na próxima semana, com o ministro do Desenvolvimento, indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge. Segundo Rocha, a expectativa é de atrair investimentos de conglomerados indianos para Brasília, em especial para o parque tecnológico. Ao mesmo tempo, Rocha apresentará aos investidores o documentário produzido pela Fibra no qual aponta os principais atrativos do DF. “Essa viagem será muito importante para que possamos mostrar que Brasília é um bom lugar para se investir”, afirmou. Mais informações:
Roberto Cordeiro |
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