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| Conhecimento: melhores do Brasil têm justo reconhecimento |
| Vice-presidente visita Olimpíada e cumprimenta medalhistas olímpicos |
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| 25-Jul-2008 | |
Foto: Patrick Selvatti
Porto Alegre (RS) – As competições da fase gaúcha da Olimpíada do Conhecimento 2008 tiveram início ontem (24) com pompas presidenciais. Além da presença do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, o Centro de Exposições da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) contou, no fim do dia, com a visita ilustre do vice-presidente da República José Alencar, representando o presidente Lula no evento. Na companhia de Armando Monteiro, Alencar circulou pela arena de provas e cumprimentou alunos, professores e diretores das unidades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) de todo o país e falou da importância e da qualidade dos cursos técnicos oferecidos pela instituição para a formação de novos trabalhadores para a indústria brasileira. "É muito gratificante ver que instituições ligadas ao Sistema S promovem incentivos deste porte à qualificação profissional", observou o vice-presidente do Brasil. Quem também marcou presença na Olimpíada do Conhecimento 2008 foi o ex-aluno e ex-instrutor do Senai-DF André Luiz Ramos Freitas, que, em 1999, defendeu a ocupação Eletricidade Predial no WordSkills, no Canadá, conquistando a medalha de ouro para o Brasil. "O aluno que passa por uma Olimpíada do Conhecimento é diferenciado. O que ele vivencia nessa experiência é único e ninguém além desses meninos pode descrever qual é a sensação de estar entre os melhores do seu estado, depois representar sua região para todo o país", explica ele, que hoje, aos 29 anos, é empresário, dono de uma empresa de engenharia no Distrito Federal, depois de passar cerca de dez anos de sua vida dedicando-se ao Senai. "Acredito no seguinte: ter conhecimento e não passar adiante é até pecado", observa. André Luiz esteve na arena de provas da Olimpíada em Porto Alegre para, juntamente com outros medalhistas mundiais, receber do vice-presidente da República o cumprimento pelo fato de levarem a educação profissional brasileira ao conhecimento do mundo. "O Brasil se orgulha dos seus profissionais", conclui Alencar. Competição tem início Ação e fé. Essas duas palavras são ideais para definir o espírito da Olimpíada do Conhecimento. É preciso ter muita competência técnica, habilidades individuais e, especialmente, segurança. O segundo dia do evento na capital gaúcha - primeiro de provas - teve início com uma ginástica em grupo. Numa manhã fria, com o termômetro marcando menos de 10 graus, quase 200 jovens profissionais de todo o país aqueceram corpo e mente com exercícios físicos leves, sob o comando de uma profissional da equipe do Serviço Social da Indústria (SESI). Em seguida, os estudantes do Senai-DF se reuniram para a equipe técnica para uma oração conjunta. De acordo com o psicólogo Eduardo Rodrigues Vasconcelos, que acompanha os cinco competidores do Distrito Federal nesta fase, os competidores necessitam desempenhar bem o seu desenvolvimento pessoal para alcançar sua meta: o pódio. "Conhecer a si mesmo e ter bom relacionamento interpessoal são ferramentas essenciais neste processo", avalia. Segundo ele, a automotivação é um dos principais elementos. "É preciso ter foco e segurança. Não recomendo aos meninos ficar olhando o que o competidor ao lado está fazendo e nem se deixar abalar por aquele concorrente que conta vitória antes do tempo. A autoconfiança é um fator positivo, desde que venha acompanhada de autocontrole. Não adianta o competidor estar seguro de si, se não conseguir controlar suas emoções", explica. Para o competidor Fabrício Queiroz (Tornearia a CNC), o início das provas foi bastante tranqüilo e a experiência vivida logo pela manhã foi bastante válida. "Foi bom para nós acordarmos, tirarmos o desânimo e acabarmos logo com a preguiça que sempre dá pela manhã, ainda mais com esse frio", ele brinca, sempre bem-humorado.
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