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Refeições do Sesi representam opção barata e de qualidade
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12-Feb-2008

No Distrito Federal, quando se fala em refeição para o trabalhador, uma opção mais em conta e com alto valor nutritivo pode ser encontrada nos refeitórios do Sesi. Uma pesquisa divulgada esta semana e encomendada pela Associação de Empresas de Refeição e Alimentação para o Trabalhador revela que o brasiliense foi o que mais gastou para comer fora em 2007: R$ 19,05 por refeição (valor 24% maior que em 2006). No Sesi, o almoço custa apenas R$ 4,90. Para contribuintes do Sistema Fibra, o preço cai para R$ 4,32.

"As refeições fornecidas pelo Sesi, além da mesma composição das refeições observadas pela pesquisa, têm ainda sobremesa", acrescenta Susana Abreu, diretora do Sesi Guará, unidade em que se localiza a Central de Produção de Alimentos (CPA).

Em todo o Brasil, a pesquisa avaliou restaurantes por quilo, a la carte e prato feito. Para comparar os preços, usou como referência um prato de 500 gramas. Segundo o levantamento, São Paulo tem a refeição mais barata do país: R$ 12,40. A média do brasileiro é R$ 14,87 por refeição (11,6% superior ao de 2006). Ainda de acordo com a pesquisa, o trabalhador que recebe auxílio-refeição da empresa, tem que completar a diferença: é que o valor médio do auxílio fica entre R$ 8 e R$ 9 – R$ 6 a menos que o valor médio da refeição.

Segundo o presidente do Conselho Regional do Sesi, Antônio Rocha, a CPA está preparada para prestar serviços de acordo com a necessidade dos clientes. "Do café-da-manhã ao jantar, pensamos em servir a melhor refeição para o trabalhador da indústria, para a comunidade e as empresas do DF", complementa. Somente no ano passado, a CPA do Sesi-DF distribuiu cerca de 2,8 milhões de refeições para empresas. O almoço e o jantar lideraram o  ranking de refeições servidas, com cerca de 1,7 milhões em 2007.

Cesta Básica

Segundo a pesquisa mensal da Cesta Básica realizada no DF pelo Dieese, no primeiro mês de 2008, houve alta de 8,26% nos principais itens da alimentação diária. Esta é a segunda maior variação entre as 16 capitais pesquisadas, ficando atrás apenas de Salvador (9,01%).Com a alta, o trabalhador do DF precisou desembolsar, em média, R$ 209,20 para adquirir o conjunto dos treze gêneros alimentícios, valor R$ 15,97 superior ao registrado em dezembro de 2007 (R$ 193,23). Quanto aos últimos doze meses, a cesta básica registrou alta de 20,62%. O Salário Mínimo líquido perdeu poder de compra frente à cesta básica, cujo custo passou a representar 59,84% daquela remuneração. Em janeiro, o salário mínimo no DF deveria ser 5,06 vezes maior: R$ 1.924,59. 

 
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