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Conheça as homenageadas no Prêmio Engenho Mulher
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- Publicado: Terça, 26 Mai 2026 13:17
Em noite de festa no Museu de Arte de Brasília, foi realizada em 25 de maio a quarta edição do Prêmio Engenho Mulher – Reconhecimento a Quem nos Transforma. Promovida pela Engenho Comunicação, a premiação dá visibilidade ao trabalho de mulheres que transformam a sociedade e combatem desigualdades por meio de empreendedorismo social, inclusão e impacto humano.
Três mulheres foram agraciadas. Anabele Gomes foi a primeira a subir ao palco. Doutora em Botânica pela Universidade de Brasília (UnB), ela é presidente da Rede de Sementes do Cerrado — organização da sociedade civil de interesse público que tem como missão promover a conservação do bioma, valorizando a sociobiodiversidade por meio de ações inclusivas, sustentáveis e baseadas na justiça socioambiental.
Em seguida, foi a vez de Ana Paula Bernardes. Formada em Artes Plásticas pela UnB, a professora da rede pública de ensino do DF é idealizadora da Biblioteca Roedores de Livros, iniciativa de fomento à leitura, com sede em Ceilândia.
Também foi agraciada a escritora, atriz, professora e dramaturga Cristiane Sobral. Mestre em Teatro pela UnB, tem 13 livros publicados em diversos gêneros. Desenvolve pesquisas sobre relações entre literatura, teatro, cultura, feminismo negro, educação étnico-racial e religiosidades de matrizes africanas.
Criadora do prêmio, a jornalista Katia Cubel explica como é feita a seleção. “A gente convida mulheres jornalistas que são bem-informadas, igualmente extraordinárias, para que indiquem e selecionem as três vencedoras. O nosso principal mote é promover nesta noite da premiação um encontro de entidades e de lideranças com essas mulheres extraordinárias que fazem um mundo melhor para todos nós”, destaca. Na edição de 2026, a comissão julgadora foi formada pelas jornalistas Basília Rodrigues, Claudia Meirelles, Marcia Zarur, Neila Medeiros, Paola Lima e Sibele Negromonte.
A Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) foi um dos apoiadores dessa edição. “Infelizmente, ainda temos espaços onde a voz da mulher é tênue, é fraca, porque elas são oprimidas e maltratadas. Este evento é uma aula de competência e de efetividade da ação feminina. É um trabalho que tem de ser feito de forma continuada, porque as barreiras ainda são grandes”, disse o presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar. Ele recebeu de Katia Cubel um quadro em reconhecimento pelo apoio à equidade de gênero e pelo incentivo a lideranças femininas.
