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Empresas podem contar com Senai-DF para cumprir Lei da Aprendizagem

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) publicou, em janeiro, a programação de 2018 para turmas de aprendizagem nas três unidades – Gama, Sobradinho e Taguatinga. São 12 opções de cursos com aulas nos turnos matutino e vespertino, e início em diferentes meses do ano. O edital com todas as informações está disponível no link.

Os cursos de aprendizagem são voltados a participantes do programa Jovem Aprendiz, por meio do qual jovens de 14 a 24 anos têm a oportunidade de trabalhar em uma empresa e de estudar no Senai (leia mais abaixo). A instituição é autorizada pelo Ministério do Trabalho a ministrar esses cursos, gratuitos para os contribuintes do Sistema Indústria. A empresa arca com os custos trabalhistas e previdenciários do contrato de aprendizagem.

A escolha do aprendizé responsabilidade da empresa contratante. O processo de aprendizagem é dividido em três momentos: apenas teoria no Senai, depois um misto de teoria e prática em sala de aula e na empresa e por último um período de dedicação exclusiva ao trabalho.

As oportunidades em 2018 são para os cursos de Assistente Administrativo; Almoxarife; Auxiliar de Operações Logísticas; Instalações Prediais e Industriais; Mecânico de Manutenção; Técnico em Administração; Técnico em Comunicação Visual; Técnico em Edificações; Técnico em Logística; Técnico em Manutenção de Máquinas Industriais; Técnico em Redes de Computadores e Técnico em Segurança do Trabalho.

A empresa pode optar por contratar uma turma exclusiva para os próprios aprendizes ou apenas algumas vagas dentro de uma classe. Para contratar o serviço de aprendizagem do Senai-DF, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente do Sistema Fibra pelo telefone (61) 4042-6565.

Jovem Aprendiz

Estabelecimentos de médio e de grande porte, de qualquer natureza, que tenham pelo menos sete empregados devem contratar aprendizes, de acordo com o percentual exigido por lei federal nº 10.097/2000 (regulamentada pelo Decreto nº. 5.598/2005). Os contratos de trabalho desses jovens, de 14 a 24 anos, podem durar até dois anos. Durante esse período, são capacitados na instituição formadora e na empresa, combinando formação teórica e prática. A cota de aprendizes está fixada de 5%, no mínimo, a 15%, no máximo, por estabelecimento, calculada sobre o total de empregados cujas funções demandem formação profissional.

“Por meio do programa de aprendizagem, os jovens têm a oportunidade de inclusão social com o primeiro emprego e de desenvolver competências para o mundo do trabalho”, explica a coordenadora de Tecnologia e Inovação do Senai-DF, Alessandra Machado.

A aprendizagem cria oportunidades tanto para o aprendiz quanto para as empresas, pois dá preparação ao iniciante de desempenhar atividades profissionais e de ter capacidade de discernimento para lidar com diferentes situações no mundo do trabalho. Ao mesmo tempo, permite às empresas formarem mão de obra qualificada, algo cada vez mais necessário em um cenário econômico em permanente evolução tecnológica.

O objetivo é proporcionar ao aprendiz uma formação profissional básica, realizada em programas de aprendizagem organizados e desenvolvidos sob orientação e responsabilidade de instituições formadoras legalmente qualificadas. A formação técnico-profissional deve ser constituída por atividades teóricas e práticas, organizadas em tarefas de complexidade progressiva, relacionadas às atividades desenvolvidas nas empresas contratantes.

Texto: Aline Reis
Foto: Cristiano Costa/Sistema Fibra
Assessoria de Imprensa do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF)

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