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UnB recebe especialistas para discutir indústria 4.0

Na tarde desta quarta-feira, 8 de agosto, ocorreu a segunda edição do Café no Parque da Universidade de Brasília (UnB), no auditório do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da instituição. O objetivo da série de encontros é disseminar a ciência e inovação produzida na academia e na indústria. O Café no Parque da UnB tem o apoio da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).

A indústria 4.0, também conhecida como a Quarta Revolução Industrial, foi o tema central do bate-papo, que reuniu alunos, professores e interessados no assunto, entre eles empresários. “É uma oportunidade de unir o setor produtivo à academia e, consequentemente, de promover atividades inovadoras”, disse a diretora do Parque Científico e Tecnológico da UnB, Renata Aquino, antes das duas palestras da tarde.

A mecânica, a elétrica e a automação industrial foram as fases até se chegar à indústria 4.0, que tem como base a inteligência artificial. Reduzir os custos, aumentar a produtividade, melhorar a qualidade e personalizar produtos e serviços e aperfeiçoar os processos são as razões para se investir em novas tecnologias. “É preciso ter mão de obra qualificada e capacitada para administrar os caminhos e as escolhas, por isso não há o que temer em relação à empregabilidade”, explicou o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Guto Ferreira (foto), que ministrou umas das palestras.

fibra cafe no parque da unb

Os efeitos tecnológicos do processo são a digitalização, a inteligência artificial, o sensoriamento, a robótica colaborativa e a manufatura híbrida. “As novas tecnologias devem afetar a economia, criar um ciclo de associativismo e atender às demandas da sociedade”, disse, em sua palestra, o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Santa Catarina (Senai-SC), Jefferson Gomes.

Na abertura, o diretor de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico da Fibra, Graciomário de Queiroz, explicou que o País vive uma fase de migração do analógico para o tecnológico, por isso é necessário apresentar as novas tecnologias ao mercado. “Os trabalhadores deverão se capacitar para usar equipamentos mais dinâmicos e os empresários vão poder contar com sistemas e processos que trarão resultados mais eficientes.” O superintendente do Instituto Euvaldo Lodi do Distrito Federal (IEL-DF), Cláudio Tavares, também compareceu ao evento.

Parque Científico e Tecnológico da UnB

Inaugurado em 2013, tem como objetivo ser um mecanismo de construção de parcerias entre a universidade, empresas, governo e sociedade. O espaço tem a missão de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e o fortalecimento das estruturas de pesquisa, desenvolvimento e inovação do País.

Veja mais fotos da discussão no link.

Texto: Dayane dos Santos
Fotos: Helio Montferre/Sistema Fibra
Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

 

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