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Presidente da Fibra integrou comitiva da CNI na COP30
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- Publicado: Quinta, 13 Novembro 2025 10:55
A indústria brasileira está mais uma vez presente na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, que neste ano ocorre no próprio país, em Belém (PA). A programação da COP30 teve início em 10 de novembro e vai até o dia 21. O presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Jorge Bittar, compôs a comitiva da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e participou da programação até o dia 11.
Com o objetivo de posicionar a indústria brasileira como líder na oferta de soluções para a transição para uma economia de baixo carbono, desde 2009 a CNI participa ativamente dessas conferências. Com a implementação da Estratégia da Indústria para uma Economia de Baixo Carbono e a adesão à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), a CNI intensificou a participação nas COPs em 2021.
No estande da CNI na COP30, cuja abertura oficial foi no dia 11, há experiências interativas, soluções industriais sustentáveis, debates e oportunidades de networking. Na abertura, o presidente da Confederação, Ricardo Alban, destacou que a transição climática deve ser também uma agenda de prosperidade e qualidade de vida. Ele defendeu que o crescimento econômico é o caminho mais justo e viável para melhorar as condições sociais e dar esperança às pessoas.
Na segunda-feira, dia 10, foi lançado o relatório da Sustainable Business COP, iniciativa da Confederação para acelerar o alcance das metas climáticas e fortalecer o papel das empresas nas negociações globais. O documento mostra que transformar a Amazônia em motor de desenvolvimento sustentável do Brasil poderia acrescentar R$ 40 bilhões ao produto interno bruto (PIB), criar 312 mil empregos e conservar 81 milhões de hectares de floresta.
Para Jamal Jorge Bittar, a COP30 é um ponto de partida para discussões mais efetivas e abrangentes sobre o meio ambiente no Brasil, e o papel da indústria na agenda do clima é fundamental. “É algo que pode nos tirar um pouco da retórica e nos levar às ações. Mesmo havendo ainda exploração temporária de combustíveis fósseis, este aqui é um grande momento para a transição”, argumenta o presidente da Fibra, que também é um dos vice-presidentes executivos da CNI. Ele acredita que a principal contribuição do Distrito Federal no processo de transição energética virá na forma de inteligência e afirma que as indústrias locais têm aderido cada vez mais a estratégias de aproveitamento de resíduos e de transição energética, a exemplo do uso da energia solar.
Na foto, os presidentes das Federações das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB), Cassiano Neto, e do Estado de Roraima (FIER), Izabel Itikawa, o governador de Roraima, Antonio Denarium, e o presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar.
Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra, com informações da Agência de Notícias da Indústria
Foto: Augusto Coelho/CNI




